sábado, 22 de setembro de 2012

Capitulo Trinta e Um!


Senti todo o meu corpo ser conduzido sobre a cama que se encontrava logo de lado, o fecho quase invisível do vestido que possuía, suavemente foi se abrindo enquanto as minhas mãos iam puxando a camisola pertencente a seu corpo.  Entre caricias, mordidas e impulsos de duas pessoas completamente apaixonadas envolvemo-nos de forma a que nos tornássemos num único ser, numa única vida!

- Bom dia minha dorminhoca– Luan puxou a mecha de cabelo que tapava a minha cara

- Bom dia principe – suspirei e beijei sua boca – noss que é isso? Foste tu que preparas-te? – perguntei vendo toda uma travessa de comida sobre o lado onde Luan tinha dormido

- Uè claro que fui – abriu o seu maior sorriso

- Mentiroso, foste nada – botei a língua de fora – ummm que bom essas torradinhas

- nem sou – puxou o tabuleiro mais para baixo permitindo se sentar do meu lado – aqui que preparam mas eu fui lá em baixo buscar s opa trazer pra você – carregou suas sobrancelhas fazendo soltar um “unf”

- ooo tadinho do meu bebe – acariciei o seu cabelo – vem ca vem – caminhei de joelhos ate ficar na sua frente – ta bom demais esse pequeno almoço sabia?

- Ta? Ainda bem, eu me esforcei pow – agarrou na minha cintura e beijou o canto dos meus lábios

- Luan, já chega. Amor tenho d ir procurar um emprego e uma casinha para eu ir morar

- Fica la na minha casa mesmo – trincou um pedaço da torrada que eu possuía sobre minhas mãos

- Não, eu quero ter a minha casinha amor, é melhor assim- informei

- se você acha

- Que foi Luan? – Perguntei ao observar o seu rosto rodar para a janela

- Não foi nada não

- Tas a mentir – virei seu rosto – porque reagiste desta maneira?

- Porque eu achava mehor você ficar lá na minha casa, tu esta sozinha aqui nem conhece ninguém

- Não amor, eu prefiro ficar num apartamento bem pequenino do meu jeito e olha aqui – segurei na sua face – eu vou arranjar um lá mesmo em Londrina – pisquei um dos meus olhos

- Acho bom – deu um sorriso – mas mesmo assim eu preferia q estivesse la . Lá tinha minha mãe , minha irmã sempre eram uma companhia pra você, amor eu vou estar muito tempo fora daqui e tu vai estar sozinha?

- Sozinha? Claro que não meu amor, tu sempre estarás comigo aqui dentro – apontei em direção a meu peito – Olha, eu estarei sempre aqui a tua espera

- Boba, não estava falando isso – segurou o meu corpo

- Eu sei Luan, mas eu não vou desistir, eu quero a minha casinha – selei seus lábios- agora vou pra banheira para ir em busca do emprego perdido – pisquei o olho e fui a correr até a banheira.

Demorei algum tempo na banheira e quando saí deparei-me com o Luan adormecido sobre a cama. Tirei os seus ténis e por cima dele coloquei um lençol. Beijei o seu rosto e em cima da mesinha de cabeceira deixei uma carta dizendo que tinha ido procurar o meu emprego e ver um apartamento onde iria ficar depois.
Entrei num táxi até ao centro e comecei a procurar ali mesmo em são Paulo alguns jornais onde pudessem ter publicado alguns empregos, percorri ruas para encontrar algum apartamento mas, sinceramente, nenhum era aquele que me atraia.

Nos jornais alguns empregos que haviam era para lojas, tirei os cantactos para uma folha e voltei de novo até ao hotel onde já todos se encontravam à minha espera para ir até Londrina.

- Ta preparada? – Luan perguntou quando estávamos perante um portão enorme

- Para que? Onde estamos Lu? – perguntei olhando em minha volta

- Royal Park – respondeu abrindo todo o seu sorriso

- Tu és doido? Eu nem tive tempo de me preparar pa me apresentar a tua mãe – comecei a passar a mão sobre a minha roupa de forma a q ela ficasse direita

- Deixa disso, não precisa de nada de formal não amor, ta linda assim mesmo, vamos? – abriu a porta do carro e estendeu a sua mão em minha direção

- Ai jasus, me ajuda, estou tao nervosa

- ahahaha , boba

Vi Luan meter a chave na fechadura da porta, abrindo-a e um nervosismo imenso tomou conta de todo o meu corpo

- maaaaaaaaaaaae – Luan gritou da porta

- Filho- D.marizete correu até aos braços do filho – que saudade de você meu filho – beijou seu rosto

- Mãe essa é minha namorada, íris – Luan puxou o meu braço q se encontrava um pouco atrás de si

- Oie D. Marizete, tudo bem? – falei um pouco envergonhada

- Oieee linda – abraçou-me – você que é a famosa íris ne?

- famosa? – perguntei um pouco confusa

- sim, esse muleque aqui não parava d falar seu nome com a Bruna, agora eu entendi tudo – sorriu

- ah –começei a rir

- Mãe, cadê o pai? – Luan me interrompeu

- tá lá no quarto, deve estar descendo já – avisou Marizete

- E a chata da bruna?

- Saiu com as amigas

Senhor Amarildo desceu e logo Luan foi me apresentando, confesso que senti um pouco de ansiedade à emdida que era apresentada mas logo fizeram com que eu me sentisse em casa. D.Marizete fez um almoço e depois de Bruna chegar todos nos dirigimos até à sala para iniciarmos o nosso almoço. Foi um almoço animado em que D.Marizete contava algumas das coisas que Luan fazia em pequenino, mostrou algumas fotos e vídeos deixando Luan um pouco envergonhado perante as gargalhadas que ambas dávamos.

- Já chega não? – Luan reclamou – Mãe para de mostrar essas vergonha pra ela

- Estás tão fofinho amor

- É deve tar

- Esse meu irmão era besta mesmo – Bruna falou entre gargalhadas

- Cala a boca sua intrometida, quer q vá buscar as suas tambem ? – Luan botou a língua para a irmã

- Vai lá, sempre são mais bonitinhas que as suas – Bruna piscou o olho e levantou da mesa

- íris quer ir pescar? – Luan perguntou

- Pescar? Eu não sei nada disso amor

- Eu te ensino, vem – Luan puxou o meu braço

Começamos a correr em direção ao lago, Luan continha em suas mãos uma cana de pesca e um balde com salsichas. Colocou o balde no chão e uma salsicha na ponta da cana, num único movimento jogou o anzol para o lago.

- ve? É fácil. Vem aqui – abriu o seu braço para que eu ficasse na sua frente – é so colocar aqui a salsinha e puxar a cana pra tras e atira – explicava-me

- ahahaha amor, acho que não foi – falei  entre risadas ao perceber q a cana tinha ficado no mesmo lugar

- Assim boba – luan voltava a colocar na melhor maneira a cana – ce puxa e lança assim, viu?

- ummm  entendi

- agora é so esperar o peixe morde – puxou-me sentando-me em cima de uma das suas pernas – agora a gente pode esperar de uma forma mais divertida, ce não acha? – Luan carregou o seu olhar e lambeu um dos seus lábios

- tu achas? – apertei o seu queixo – e como podemos passar este tempo de espera um?

- assim – colocou a sua mão sobre a minha nuca e num movimento colou os seus lábios nos meus.

- Luuuuuuuan – gritei ainda unida a ele – o peixe, sentiu? – perguntei eufórica

- que peixe? Não tem peixe nenhum vem cá  trem – agarrou a minha cintura

- Olha amor, ta pesado, ajuda-me

Luan veio até mim para conseguir tirar o peixe que havia mordido o anzol, lançando-o de novo para o lago. Ficamos ali durante toda a tarde a pescar enquanto nos “intervalos” trocávamos caricias e palavras de amor.

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Amores peço imensa desculpa ter demorado este tempo todo para postar e ainda para mais não ter avisado nada :/ é que com a faculdade agora eu não consigo ter tempo quase nenhum para escrever :( Bom sendo assim, eu irei postar todos os fins de semana e se der postarei nos dias que terei algum tempinho livre :) 

Beijinhos e espero q tenham gostado ;)


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